K Line Portugal relança serviço IBESCO

A K Line Portugal acaba de fazer o upgrade do seu serviço IBESCO (Iberia, Europe, Scandinavia Loop), que opera há 23 anos e representa 65% do volume de negócios da filial lusa da companhia nipónica.

Para responder ao aumento da procura e melhorar a oferta de capacidade e a cobertura geográfica, a K Line estabeleceu um acordo com a Unifeeder (já sua parceira nas ligações ao Mar Báltico e Mar do Norte). E assim, em vez de dois navios de 6 000 toneladas passou a haver quatro navios de 8 000 toneladas (dois K Line e dois da Unifeeder).

O tempo de rotação passou de 15 para 28 dias mas mantêm-se as escalas semanais em Lisboa e Leixões. “O padrão de rotação em borboleta integrará o porto de Roterdão no northbound leg do serviço, reconhecendo assim a infraestrutura portuária holandesa como interface privilegiado de exportação para a Europa Central, EUA, Ásia e Mediterrâneo, e mais duas escalas no Reino Unido, um dos destinos europeus de exportações portuguesas que tem vindo a registar um maior crescimento, [em] Immingham e Grangemouth, ambos na costa leste”, refere o comunicado emitido a propósito.

Felixtowe, Teesport, Aarhus e Gotemburgo são os outros portos de escala anunciados.

Para acomodar as cargas e facilitar as transferências rodo-marítimas, são disponibilizados contentores de 45″, capazes de receber 33 europaletes.

Shortsea “vale” 65% da K Line Portugal

O IBESCO representou no ano passado cerca de 65% do volume de negócios da K Line Portugal, tendo crescido 10% face a 2014.

Em 2015, a companhia movimentou 52 navios e cerca de 27 mil TEU, dos quais 65% no mercado marítimo de curta distância (mais 12% face a 2014).

“O crescimento do comércio internacional, assim como a transferência de modalidade de transporte rodoviário para marítimo, cada vez mais competitivo na movimentação de mercadorias e mais sustentável, com tempos de resposta muito eficientes, além do facto de a Europa continuar a ser o principal parceiro de exportação português são oportunidades reconhecidas no short sea, e são, entre outros, os factores conjunturais por trás do upgrade do nosso principal serviço, o IBESCO”, justifica Isabel Azeredo, diretora-geral da “K” Line Portugal, citada no comunicado de imprensa.

 

 

 

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